Blog do Kentura


"UMA MULHER QUE COM HUMILDADE, DEDICAÇÃO E AMOR AOS POBRES GANHOU UM PREMIO NOBEL DA PAZ.”

 

(1) NASCEU POBRE E MORREU POBRE NA VIDA MATERIAL, MAS NASCEU RICA E MORREU RICA NO SENTIDO HUMANITÁRIO.          

 

MADRE TERESA DE CALCUTÁ (* 27/8/1910, Skopje, Macedônia - † 5/9/1997, Calcutá, Índia)

"Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica.

"Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres." Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003.

Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.

Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa.

De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.

A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi "viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá". Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.

Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas. Em 1950, fundou uma congregação de religiosas.

Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa "Dom de Maria".

Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca.

Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o.

 

Obs: Agradeço as minhas amigas, mulheres guerreiras que lêem meu Blog todos os dias:

Professora Tatiana, minha professora de Inglês – USA

Rosiani Almeida, minha amiga de Matelândia – PR

Eliza Calderon (Castellón de la Plana, Espanha)

Misako Nakamura – (Kagoshima, Japão)

Noêmia Scarelli – (São Paulo SP)

Abertina Bezerra (Petrolina PE)

Alice Ferreira de Mattos (Rondonópolis MT)

 

(2) LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO E REFLITA.

 

E assim mesmo o Espírito ajuda também a nossa fraqueza: porque não sabemos o que havemos de pedir, como convém; mas o mesmo Espírito ora por nós com gemidos inexplicáveis. Romanos 8,26

 

(3) VOCÊ SABIA QUE?

 

A cerimônia de inauguração Jogos Olímpicos de Verão de 1896 acabou acontecendo em um domingo de Páscoa, com o discurso de abertura proferido diante de mais de cem mil espectadores pelo próprio Rei Jorge I, da Grécia, após a inauguração de uma estátua que existe até os dias de hoje na entrada do Estádio Panathinaiko, principal palco das competições e uma maravilha arquitetônica toda de mármore, em homenagem ao rico financista ateniense Georgius Averoff, responsável pela restauração e modernização do estádio e financiador da organização do evento, o que impediu seu cancelamento antes mesmo de iniciado, devido às penosas condições do cenário real grego.

Nove modalidades esportivas foram então disputadas: Atletismo, Ciclismo, Esgrima, Ginástica, Halterofilismo, Luta, Natação, Tênis e Tiro.

 

(4) SERÁ QUE VOCÊ GOSTA?

 

Peixe grelhado com requeijão

 

Ingredientes:

 

1 piava ou carpa capim 3 a 4 kg (pode ser um peixe de sua preferência)

1/2 litro de suco de limão

300g sal

5 dentes de alho

Pimenta branca a gosto.

Orégano.

1 kg de tomates.

500g de cebola.

500g de pimentão.

3 copos de requeijão.

500g queijo mussarela fatiado

 

Modo de Preparar:

 

Limpe bem o peixe tirando as entranhas e as escamas deixe o peixe por 1 hora na salmoura com o sal e o suco de limão adicione água para cobrir o peixe por completo, vire a cada 15 minutos.

Pique e amasse o alho com sal e pimenta e orégano.

Tempere a parte de dentro do peixe com o alho amassado.

Coloque o peixe aberto em uma grelha dupla.

Leve a brasa com a pele do peixe virada para baixo.

Após 10 minutos vire a grelha para que a parte de dentro do peixe fique virada para a brasa. Quando começar a dourar vire novamente para que a pele do peixe fique virada para a brasa.

Pique e misture a cebola, o pimentão e o tomate e reserve.

Após 50 minutos retire o espinhaço do peixe e as espinhas espalhe o requeijão sobre o peixe.

Quando o requeijão começar a derreter espalhe a mistura de tomate, pimentão e cebola.

Cubra tudo com fatias de queijo mussarela.

Após 30 minutos é só servir.

 

Tempo: 2 horas e 30 minutos Rendimento: 6 porções Dificuldade: Fácil

 

Abraços, até amanhã e fique com DEUS.

 

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Obs: Este blog refere ao dia 12/03/2008 que por motivos técnicos não pode ser transmitido nesta data.

 

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Escrito por Pereira às 08h50
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"NASCEU NO BRASIL, MORREU NA ITÁLIA, TORNOU SE REVOLUCIONÁRIA E HEROINA DE DUAS GRANDES NAÇÕES.”

 

(1) MULHER BRASILEIRA E DESTEMIDA, CORAJOSA SIMBÓLO DA CAPACIDADE FEMININA, AMADA E ADORADA NO BRASIL E NA ITÁLIA COMO POUCOS E POUCAS.          

 

ANA MARIA DE JESUS RIBEIRO, mais conhecida como Aninha do Bentão e posteriormente como Anita Garibaldi, revolucionária e heroína brasileira, (* Laguna, atualmente Morrinhos – SC, 30/08/1821 - † Mandriole, Itália, 04/08/1849) com apenas 28 anos. Viveu pouco tempo, mas entrou para a história, numa época em que a mulher era vista como um ser submisso e de poucas decisões. Seus gestos de bravura e coragem, quando em defesa de seus ideais de liberdade, lhe renderam o título de Heroína dos Dois Mundos – que lhe foi atribuído em função de ter lutado primeiramente aqui no Brasil e ter morrido lutando na Itália, por sua unificação.

Anita era filha de Bento Ribeiro da Silva e Maria Antônia de Jesus, de quem herdou a energia e a coragem pessoal, revelando desde criança um caráter independente e obstinado. Casou-se aos 14 anos por insistência materna, com Manuel Duarte de Aguiar. O curto matrimônio, sem afinidades e sem filhos, revelou-se um fracasso seguido de separação. Já aos 18 anos conheceu Giuseppe Garibaldi, que havia chegado com as tropas farroupilhas de Davi Canabarro e Joaquim Teixeira Nunes para tomar a Laguna em julho de 1839, fundando a República Juliana dos Cem Dias. Garibaldi chegara a Laguna com fama de herói pelo grande feito que acabara de realizar ao transportar, por terra, as duas embarcações Farroupilha e Seival de Capivari a Tramandaí e pelo posterior salvamento do naufrágio da Farroupilha ao sul do Cabo de Santa Marta. A Revolução Farroupilha eclodiu na noite de 19/09/1835, quando Bento Gonçalves da Silva avançou com cerca de 200 farrapos, ala dos exaltados, que queriam províncias mais autônomas, unidas por uma república mais flexível, sobre a capital Porto Alegre, que na época tinha cerca de 14 mil habitantes, pelo caminho da Azenha. A revolta deu-se como protesto contra os elevados impostos cobrados no local de venda, normalmente outros Estados, sobre itens como animais, couro, charque e trigo oriundos das estâncias do Estado. Charqueadores e estancieiros reclamavam, ainda, de outros impostos: sobre o sal importado e sobre a propriedade da terra.

Daí surgiria um dos mais belos romances de amor e dedicação incondicionais. Com Giuseppe, Anita participa das lutas em Imbituba, na tomada de Laguna, e em Curitibanos, onde foi capturada. Conseguiu fugir e, em Lages, às margens do Rio Pelotas, atuou como enfermeira para os poucos sobreviventes. Da união de Giuseppe e Anita nasceram quatro filhos: seu primogênito Menotti, o único que nasceu no Brasil – Rio Grande do Sul; e nos anos seguintes Rosita, Teresita e Riccioti, que nasceram na capital uruguaia. Rosita morreu quando tinha apenas dois anos e meio, vítima de um ataque de difteria.

A morte prematura de Anita causou muito sofrimento não só a Giuseppe, mas também aos compatriotas italianos, liberais uruguaios, farrapos brasileiros e republicanos dos dois continentes. Muitas dúvidas ainda hoje restam sobre a doença que causou a morte de Anita. Um dos médicos que analisaram o ocorrido, Dr. Pietro Nannini, afirmou inicialmente que Anita foi vítima de uma grave febre perniciosa. Mais tarde, no entanto, faria referência à doença como uma febre terciária simples. Antes de chegar a Roma, tinha passado por Maremma, que havia sofrido uma invasão de anófeles, insetos que transmitem a malária. Naqueles dias, diversos soldados foram vitimados por esta doença. A tuberculose, lesão pulmonar, congestão intestinal e tifo das montanhas foram outras causas mortais atribuídas por diversos estudiosos e pesquisadores. As evidências, entretanto, apontam para o impaludismo, mas a real causa de sua morte nunca foi esclarecida, ao morrer estava grávida de seis meses do que seria seu quinto filho.

Considerada, no Brasil e na Itália, um exemplo de dedicação e coragem.

Apesar de se tratar de uma heroína que morreu há mais de 150 anos, sua memória é guardada até hoje. Anita Garibaldi empresta seu nome a dois municípios em Santa Catarina: Anita Garibaldi e Anitápolis, a uma Praça em Curitiba – PR, e um inúmeras ruas, praças e outros logradouros por todo o Brasil, também a uma fundação que tem o objetivo de zelar e restaurar o acervo histórico, estimular a pesquisa e os aspectos culturais que tiverem relação com a vida de Anita Garibaldi. No Rio de Janeiro, existe também uma rua com o seu nome. A brasileira é citada inúmeras vezes em comunidades da rede de relacionamentos virtual Orkut, ferramenta muito utilizada por jovens na faixa dos 20 anos de idade, que com sua iniciativa e seus comentários mostram admirar e ter como exemplo os feitos dessa grande personagem.

 

(2) LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO E REFLITA.

 

O ladrão não vem se não a furtar, e a matar, e a perder. Mas eu vim elas terem vida, e para a terem em maior abundância. (João 10:10)

 

(3) VOCÊ SABIA QUE?

 

Durante duas semanas do mês de agosto de 1936, enquanto aconteciam os Jogos Olímpicos de Verão, a ditadura de Adolf Hitler camuflou seu caráter racista e militarista. Ocultando sua agenda anti-semita e seus planos de expansão territorial, o regime explorou os Jogos para impressionar os espectadores e jornalistas estrangeiros com a imagem de uma Alemanha pacífica e tolerante. Ao rejeitar a participar de um boicote aos Jogos de 1936 os Estados Unidos e outras democracias ocidentais perderam a oportunidade de tomar uma posição que, segundo alguns estudiosos, poderia ter feito Hitler repensar o prosseguimento de seus sonhos de poder, além de fortalecer a resistência internacional contra a tirania nazista. Terminados os Jogos, as políticas expansionistas da Alemanha e a perseguição aos judeus e a outros "inimigos do estado" se intensificaram, culminando na Segunda Guerra Mundial e no Holocausto.

 

(4) SERÁ QUE VOCÊ GOSTA?

 

Peixada catarinense

 

Ingredientes:

 

5 postas grandes de qualquer peixe de mar

3 cebolas

2 dentes de alho

2 tomates sem pele

5 batatas médias, descascadas, cozidas em água e cortadas em rodelas

3 limões

Farinha de Mandioca (o suficiente)

Coentro, Salsa e Cebolinha (a gosto)

Azeite de Oliva

Sal e Pimenta (a gosto)

 

Modo de Preparar:

 

Temperar as postas de peixe com limão e sal e deixar descansar por 30 minutos.

Esfregar todo o interior de uma panela (de preferência, de barro) com o alho e untá-la com o azeite.

Ralar as cebolas e amassar os tomates como um purê, misturar com a salsa, a cebolinha, o coentro e a pimenta.

Arrumar na panela camadas alternadas de peixe, batatas e temperos misturados.

Regar com mais azeite e levar ao fogo forte até que ferva.

Abaixar o fogo para médio, tampar a panela e deixar cozinhar até o peixe amolecer.

Coar o caldo para outra panela, completar com água e sal.

Levar ao fogo brando e misturar com a farinha de mandioca até obter o pirão cozido e macio.

 

Abraços, até amanhã e fique com DEUS.

 

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Escrito por Pereira às 20h45
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"A MULHER É UM SER FRÁGIL, AFÁVEL, DELICADO E MUITO DÓCIL, TALVEZ POR ISSO ELA SEMPRE FOI USADA COMO OBJETO DA VIOLÊNCIA”

  

(1) ANNE FRANK FOI MAIS UMA MULHER CEIFADA PELA VIOLÊNCIA, A GUERRA E A DISCRIMNAÇÃO RACIAL CONTRA UM POVO NÃO A PERDOARAM

 

ANNELIESE MARIE FRANK, nome completo de Anne Frank, (* Frankfurt am Main, 12 de junho de 1929 — † Bergen Belsen, Março de 1945) foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazistas durante o período do Holocausto, sendo a segunda filha de Otto Heinrich Frank e de Edith Hollander, irmã de Margot Frank, uma família de patriotas alemãs que teriam participado da Primeira Guerra. Ela e a sua família, seu pai e sua mãe, juntamente com mais quatro pessoas, Peter, Dussel e o casal Van Daam, viveram 25 meses, durante a Segunda Guerra Mundial, num anexo de quartos por cima do escritório do pai dela, em Amsterdã, capital da Holanda (Países Baixos), denominado Anexo Secreto. Enquanto vivia no Anexo Secreto, Anne escrevia em seu diário que ganhou de aniversário, a que ela deu o nome de Kitty. Também houve alguns indícios de que o diário podia ter o nome de "Finho", ou "Assurbanipal". No diário escrevia o que sentia, pensava e o que fazia. Kitty e logo depois Peter eram seus únicos amigos dentro do Anexo Secreto. Os longos meses de silêncio e medo aterrorizante, acabaram ao ser denunciada aos nazistas e deportada para campos de concentração nazistas. Primeiro foi levada juntamente com a família para uma escola e depois para Westerbork, na Holanda, antes de serem deportados para o leste da Europa. Anne Frank foi deportada inicialmente para Auschwitz, juntamente com os pais, irmã e as outras pessoas com quem se refugiava na casa de Amsterdã, hoje casa-museu. Depois a levaram para Bergen Belsen, juntamente com a irmã, separando-a dos pais. Em 1945, nove meses após a sua deportação, Anne Frank morre de febre tifo em Bergen-Belsen. A irmã, Margot Frank, tinha falecido também vítima da mesma doença e da subnutrição dias antes de Anne. Sua morte aconteceu duas semanas antes de o campo ser libertado.

O seu Diário, guardado durante a guerra por Miep Gies, foi publicado pela primeira vez em 1947. O diário está atualmente traduzido em 68 línguas e é um dos livros mais lidos do mundo. Hoje se sabe que algumas partes foram acrescentadas ao diário após a guerra, pois um exame indicou vestígios de caneta esferográfica no mesmo.

O local onde a família de Anne Frank e outras quatro pessoas viveram para se esconder dos nazistas ficou conhecido como Anexo Secreto e tornou-se um famoso museu após a publicação do diário. Nesse há uma reprodução das condições em que os moradores do Anexo Secreto viviam e é apresentada a história de seus oito habitantes e das pessoas que os ajudaram a se esconder durante a guerra. Um dos itens apresentados ao público é o diário escrito por Anne, que viria a se tornar mundialmente famoso após sua morte, devido à iniciativa de seu pai, Otto, de publicá-lo. Hoje, é um dos mais famosos símbolos do Holocausto. Dos oito habitantes do Anexo, o único sobrevivente após a guerra foi Otto, pai de Anne.

 

(2) LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO E REFLITA.

 

A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: "José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados". Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco". Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado, e aceitou sua esposa.

 

(3) VOCÊ SABIA QUE?

 

As mulheres em 1928 conquistam o direito de disputar oficialmente as provas olímpicas. O Barão Pierre de Coubertin - criador das Olimpíadas da era moderna e severo opositor à participação feminina - pede demissão do cargo de presidente do Comitê Olímpico Internacional e que no Brasil através do Decreto 3199 de 14/04/1941 que normatizava a prática esportiva feminina. Proibia às mulheres os esportes que considerava incompatíveis com as condições femininas tais como: "luta de qualquer natureza, futebol de salão, futebol de praia, pólo, pólo aquático, halterofilismo e beisebol". O Decreto só seria regulamentado em 1965 pela Lei 4638 de 26/05/1965.

 

 

(4) SERÁ QUE VOCÊ GOSTA?

 

Musse sorvete de chocolate

 

Ingredientes:

 

4 colheres de achocolatado em pó bem cheias

2 latas de leite condensado

2 latas de creme de leite

1 colher de manteiga

 

Modo de Preparar:

 

Em uma panela coloque o leite condensado, o achocolatado em pó e a manteiga. Cozinhe no ponto de brigadeiro. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite, misture bem. Depois de frio leve ao congelador.

 

Abraços, até amanhã e fique com DEUS.

 

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Escrito por Pereira às 01h34
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"PARA MIM, A MULHER NÃO É PARA EXIBIR, É PARA DAR ATENÇÃO E PARA AMAR." (AYRTON SENNA)

(1) CEM HOMENS PODEM FORMAR UM ACAMPAMENTO, MAS É PRECISO SÓ UMA MULHER PARA FAZER UM LAR.

O dia Internacional da Mulher foi instituído em 1911, no ocidente, foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 8 de março de 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a ONU – Organizações das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.
Nada mais justo em designar um dia de forma festiva e internacionalizado para a Mulher, muito bonito mesmo, mas seria muito mais inda justo e bonito se realmente a Mulher desfrutasse destas comemorações com saúde, alegria, carinho, felicidade e com muita segurança, mas será que isso é possível?, acredito que não.
O dia Internacional da Mulher até que poderia ser mais da Mulher, mas infelizmente os homens e os “HOMENS” não dão valor necessário e o que ela merece, esse valor só será realmente dado quando as mulheres de todo o Brasil, tiverem e usufruírem fato e não só de direito os mesmo diretos dos homens, como por exemplo salário, quando a Mulher deixar de ser discriminada por querer ter sua liberdade, há homens que as discriminam porque acham que a liberdade resume somente, unicamente e exclusivamente na liberdade sexual, como são tolos, a mulher que queremos é muito mais que isso.
Mas no dia de hoje a Mulher seria muito mais feliz e alegre se não nos deparássemos com noticias deste porte: Menina de 9 anos estuprada e grávida de gêmeos pelo padrasto; No Pará adolescente de 15 anos fica presa na mesma cela com 20 homens por um mês; Garota Eloá de 15 anos, é assassinada pelo ex-namorado em Sato André; Doca Street matou com quatro tiros a chamada "Pantera de Minas" - Ângela Diniz; Lindomar Castilho recordista de vendagens de disco, mata Eliane Aparecida de Grammont, sua ex-esposa em 30 de março de 1981; Ex-parceiro agressor não é enquadrado pela Lei Maria da Penha; O Jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, assassino sua ex-namorada Sandra Gomide, teve sua pena reduzida para 15 anos que cumprirá em liberdade, se quiséssemos ficaríamos aqui escrevendo e escrevendo noticia de violência contra a Mulher, algo horrível, abominável, mas a mulher é tudo na vida da humanidade, seja ela rica, pobre, branca, negra, alfabetizada, analfabeta, brasileira, estrangeira, etc., mas quero aqui mostrar como a mulher é importante, inteligente, dócil e cheia de muitas outras qualidades, com isso que mostrar na escritora Carolina Maria de Jesus um pouquinho do que a mulher é capaz, prestem atenção, rendendo minhas homenagens a ela homenageio todas a Mulheres do Brasil.

CAROLINA MARIA DE JESUS, escritora brasileira nasceu em Sacramento - MG, em 14 de março de 1914 e morreu em São Paulo – SP em 13 de fevereiro de 1977. Estudou até o segundo ano primário. Migrou para São Paulo em 1947, indo morar na extinta favela do Canindé, na zona norte. Nessa cidade, trabalha como doméstica, não se adaptando, contudo, a esse tipo de trabalho. Passa a trabalhar como catadora de papel, trabalho que realiza até sua morte, em 1977. Carolina nunca se casou e teve três filhos.
Até aqui, temos uma história que poderia ser a de qualquer outra mulher brasileira pobre: negra, semi-alfabetizada, favelada, como tantas que existem pelo Brasil afora, não fosse por um detalhe a paixão de Carolina Maria de Jesus pela leitura e pela escrita. Carolina dividia seu tempo entre catar papel, cuidar dos filhos e escrever.
Em 1958, aparece a primeira reportagem sobre Carolina no jornal Folha da Noite. No ano seguinte, é a vez da revista O Cruzeiro divulgar o retrato da favela feito por Carolina.
Em meados da década de 1960, o jornalista Audálio Dantas, ao visitar a favela do Canindé para escrever uma matéria sobre a expansão do local, conhece Carolina, que lhe entrega os manuscritos de seu diário. Surge então seu primeiro livro, Quarto de despejo, livro-diário em que relata a fome cotidiana, a miséria, os abusos e preconceitos sofridos por ela, seus filhos e outros moradores da favela.
Quarto de despejo foi lançado pela Livraria Francisco Alves em agosto de 1960 e editado oito vezes no mesmo ano; mais de 100 mil exemplares foram vendidos na época. Para se ter uma idéia do sucesso, para uma tiragem então ser considerada bem-sucedida, era preciso alcançar a margem de, aproximadamente, quatro mil exemplares, . Nos cinco anos seguintes, A obra Quarto de despejo foi prefaciada pelo escritor italiano Alberto Moravia e foi traduzido para 29 idiomas e alcançou mais de 40 países, como Dinamarca, Holanda, Argentina, França, Alemanha, Suécia, Itália, Tchecoslováquia, Romênia, Inglaterra, Estados Unidos, Rússia, Japão, Polônia, Hungria e Cuba. Em 1961, o livro foi adaptado como peça teatral por Edi Lima e encenado no Teatro Nídia Lícia, no mesmo ano. Sua obra também virou filme, produzido pela Televisão Alemã, que utilizou a própria Carolina de Jesus como protagonista do longa-metragem Despertar de um sonho (inédito no Brasil).
Além de Quarto de despejo, Carolina também publicou Casa de alvenaria (1961), Provérbios e Pedaços da fome (1963) e Diário de Bitita (publicação póstuma, realizada em 1982, pela editora francesa A. M. Métailié).
Há indícios, na prosa da escritora, de que ela teria tido acesso a obras de grandes escritores brasileiros, provavelmente nas casas em que trabalhou, o que explicaria as menções em suas obras a poetas como Casimiro de Abreu e Castro Alves. Em seus livros, Carolina alterna incorreções ortográficas, sintáticas e de pontuação reflexos da linguagem oral com o emprego correto de termos específicos da linguagem escrita culta.
Outro traço particular de Carolina Maria de Jesus é a sua consciência política e social. Passagens de seus livros mostram que a escritora estava sempre a par do que acontecia não só em São Paulo, mas também em outros Estados, provavelmente por meio de notícias lidas em jornais que via nas bancas.
Em 1977, durante entrevista concedida a jornalistas franceses, Carolina entregaria seus apontamentos biográficos, onde narrava sua infância e adolescência. Em 1982 o material foi publicado postumamente na França e na Espanha, sendo lançado no Brasil em 1986, com o título Diário de Bitita, pela editora Nova Fronteira.
Apesar de todo o sucesso de seu primeiro livro, as publicações seguintes da autora não tiveram êxito, e Carolina caiu no esquecimento. Pobre, morreu na casa em que morava com o filho mais velho, no bairro de Parelheiros, em São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977.
Em lembrança aos 30 anos da morte de Carolina Maria de Jesus, o Instituto Moreira Salles destaca a vida e a obra desta escritora tão pouco conhecida, mas de grande importância para a literatura brasileira.
Carolina Maria de Jesus foi uma das duas únicas brasileiras incluídas na Antologia de Escritoras Negras, publicada em 1980 pela Random House, em Nova York. Também está incluída no Dicionário Mundial de Mulheres Notáveis, publicado em Lisboa por Lello & Irmão.

* Quero aqui parabenizar todas as 99.114.056 Mulheres brasileiras existentes no Brasil no dia de hoje e em especial JUSSARA minha esposa adorada e JULIETH minha filha amada.

(2) LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO E REFLITA.

E da costela que tinha tirado de Adão, formou o Senhor DEUS uma Mulher, que Ele lhe apresentou. Então disse Adão: Eis aqui agora o osso dos meus ossos, e a carne da minha carne> Esta se chamará Virago, porque de varão foi tomada. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua Mulher> e serão dois numa mesma carne. (Gênesis 2: 22-24)

(3) VOCÊ SABIA QUE?


 
 
 
 
Maria Emma Hulga Lenk Zigler (* São Paulo, 15 de janeiro de 1915 - † Rio de Janeiro, 16 de abril de 2007), aos dezessete anos, foi a primeira Mulher sul-americana a competir em Olimpíadas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (USA) em 1932. Nos Jogos seguintes, realizados em Berlim, em 1936, estava de volta, desta vez acompanhada por mais três nadadoras. No ano de 1939, durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, quebrou dois recordes mundiais individuais, nos 200m e 400m peito, a primeira e única brasileira a fazê-lo. Os planos para os Jogos de 1940 tiveram de ser interrompidos por ocasião da Segunda Guerra Mundial.

 

 

 
 
  
 
 
 
(4) SERÁ QUE VOCÊ GOSTA?

Musse de maracujá à Jussara

Ingredientes:

2 xícaras de água quente
1/2 xícara de suco de maracujá
2 xícaras de leite de vaca
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro

Modo de Preparar:

Prepare a gelatina com a água quente
Depois é só bater todos os ingredientes no liquidificador e colocar numa travessa para gelar

Abraços, até amanhã e fique com DEUS.

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Escrito por Pereira às 03h17
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